citando Almada Negreiros:UMA GERAÇÃO, QUE CONSENTE DEIXAR-SE REPRESENTAR POR UM DANTAS É UMA GERAÇÃO QUE NUNCA O FOI! É UM COIO D'INDIGENTES, D'INDIGNOS E DE CEGOS! É UMA RÊSMA DE CHARLATÃES E DE VENDIDOS, E SÓ PODE PARIR ABAIXO DE ZERO
Sexta-feira, 30 de Junho de 2006
A agenda da D. Milú

Uma virtude esta ministra da Educação tem: pôs o País inteiro a falar das escolas e dos professores; não era sem tempo!


Um erro crasso foi cometido pela ministra: em vez de diagnosticar com rigor e honestidade o "estado da Educação", elegeu um bode expiatório, a classe docente, e encetou com ela uma guerra desigual; divulgou nos meios de comunicação uma infindável série de acusações e denegriu a imagem de todos os professores, o que vai agravar ainda mais as já complicadas relações entre os actores dentro da escola.

 

Obviamente que os professores não estão isentos de culpas; mas fazer deles os únicos responsáveis pelo estado efectivamente calamitoso a que chegaram as escolas deste país é de uma injustiça gritante.

 

Numa das suas plácidas agressões, a ministra afirmou que os professores não têm uma cultura de sucesso. Ao contrário dos médicos que, no hospital, buscam o doente mais difícil, os professores votam ao abandono os alunos problemáticos. Aqui só falta acrescentar que o doente quer, acima de tudo, curar-se; o aluno, ao contrário, quer continuar difícil e sabe que pode continuar assim por muitos e bons tempos sem que nada lhe aconteça! A  impunidade que a tutela criou nas escolas deixa aos alunos tempo, espaço e oportunidade para transformarem os tempos escolares em momentos de folia que não conseguiriam ter em qualquer outro lugar. Vão à escola sem livros, sem materiais, usam uma linguagem desafiadora, perturbam onde e quando querem e até ousam perguntar ao professor "o que é que ele tem a ver com isso".


Os pais, quando aparecem, ou se declaram incapazes de alterar a situação ou  agridem os professores, porque não acolheram com paciência e carinho a rebeldia da criança ou do jovem.


Quando tais ocorrências são comunicadas superiormente, vem então o gabinete de segurança do ministério lamentar nada poder fazer e, de forma cortês, apresentar a sua solidariedade aos professores em causa!



A ministra poderia dar a receita milagrosa que tem para fazer com que aprendam todos aqueles que não querem aprender. Se não tem essa receita, atrevo-me a sugerir-lhe que passe a responsabilizar, com coimas, por exemplo, as famílias cujos educandos esbanjam os dinheiros públicos através de sistemática negligência na escola.



São as catadupas de documentos que recebem e perdem de imediato, são os livros e as refeições pagas, são os passes de transporte público e - pasme-se - para alguns chegarem à escola, por vezes, de táxi!



E de caminho poderia também legislar ao arrepio de tudo o que tem sido o corpo normativo da vida escolar. Acabe com as centenas de papéis inúteis que se preenchem e fotocopiam para dizer o que é óbvio: quando o aluno não trabalha, não aprende, logicamente, não deveria transitar. Mas os ensaios teóricos sobre as competências que não adquiriu, aquelas que ainda poderá adquirir, os malabarismos que se poderão gizar para o efeito, a prosa arrevesada que se escreve e lê só consomem a paciência e a disponibilidade dos professores, retirando credibilidade aos processos. E ao cabo de tudo isto, malvados professores , pagos a peso de ouro (.), que nada fazem para transformar estes alunos em jovens responsáveis, motivados, competentes nas áreas em que é suposto sê-lo.



É sobejamente estranho que a ministra, sendo socióloga, nunca tenha equacionado publicamente nenhuma destas questões. Será que só ela ignora que há uma componente social muitíssimo forte no insucesso escolar? Que as crianças e os jovens transportam para a escola uma cultura de facilitismo reforçada depois, dentro da própria escola, por correntes pedagógicas desresponsabilizantes porque viradas mais para o entretenimento (de que são exemplo típico as aulas de substituição) do que para a aprendizagem?

 

Sobre isso, nem uma só palavra. E porquê? A ministra propala que alguns sindicatos têm uma agenda político-partidária que não é a agenda da Educação, pois a agenda da ministra também não é a da melhoria da Educação. A agenda desta ministra é de carácter economicista e o que ela pretende é deixar tudo na mesma, pagando menos a quem faz - os professores. É isto que está patente na proposta que prevê que apenas um terço dos professores de cada escola possa ascender ao topo da carreira. Só um terço pode ser excelente e ganhar pelo topo da tabela, mas todos têm que aguentar os dislates do sistema se quiserem continuar na profissão. É preciso topete!

 

 

Maria Telma Rendo

Professora do ensino básico*





publicado por maldita às 16:09
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

Terça-feira, 20 de Junho de 2006
E não devíamos pô-lo em tribunal????

Este texto é um óptimo exemplo do país que temos, da legitimidade concedida para emitir opiniões, denegrir, humilhar como bem se quer e se entender, sem que daí venha nenhuma penalização...

Num país a sério, que não o país de "Dantas" em que vivemos, este senhor já estaria com milhares de processos em cima...

Ana Cristina

 

AS NOSSAS QUERIDAS PROFESSORAS

 

Não posso deixar de vir aqui publicamente expressar a minha profunda indignação pelo ataque que está a ser infligido às nossas queridas professoras, no sentido de as obrigar a cumprir o horário de trabalho.Trata-se de enorme violência para as próprias, para os alunos, suas famílias e população em geral. Sim, porque não são só as professoras que sofrem com esta despudorada medida, que lhes coarcta o legítimo direito a dar umas voltinhas pelo shopping para espairecer de terem de aturar a cambada de energúmenos que se sentam nas carteiras das salas de aula e lhes limitam fortemente a possibilidade de desenvolver acções de formação permanente mediante o visionamento na televisão de vários programas instrutivos e outros que espelham bem o sentir da sociedade em que nos inserimos, como é o caso das telenovelas e dos concursos onde os docentes iam actualizando os seus conhecimentos.Aos alunos a medida também não agrada, já que o grau de irritação dos professores tende a aumentar exponencialmente, diminuindo o nível de tolerância às graçolas e aumentando a repressão que sobre eles se abate.

 

A população em geral tem também vindo a sofrer as consequências, já que não há família em Portugal que não tenha no seu seio uma prima ou uma tia pertencente à prestimosa classe docente que lhes seringa constantemente os ouvidos com a injustiça que sobre eles recaiu. Toda a gente sabe que a grande motivação para passar uma vida a aturar miúdos malcriados era a possibilidade de ter umas férias decentes e de não gastar mais do que meio dia nas aulas ficando com o resto do tempo por conta. Se querem agora obrigar os desgraçados a picar o ponto de sol a sol lá se vai o interesse da função.

 

Uma das grandes preocupações das professoras em relação a este novo regime que as obriga a ficarem na escola para além das aulas é não saberem muito bem como é que poderão ocupar aquelas horas, já que, como é óbvio, ninguém está interessado em usá-las a trabalhar, quanto mais não seja por pirraça e para chatear o ministério. Para minorar a sua dor, posso dar aqui algumas sugestões para o melhor uso do tempo disponível. A actividade mais apropriada é a de curtirem com outros professores do sexo oposto, que também andam por ali sem saber o que fazer. As escolas são em geral pródigas em recantos escuros e salas vazias que propiciam o desenvolvimento da prática. O único óbice resulta do reduzido número de homens, pelo que a coisa só pode ser feita em regime rotativo ou fica reservada só para as mais dotadas, com exclusão dos camafeus e das que esgotaram o prazo de validade.

 

Uma outra actividade a que se podem dedicar é ao jogo da lerpa. Para além de ser de fácil aprendizagem, propícia um grau de excitação próximo da sugestão anterior com a vantagem de o sexo dos jogadores ser irrelevante. Para os que não são capazes de uma coisa nem de outra posso alvitrar umas sessões de espiritismo com uma roda de professoras efectivas à volta de uma mesa pé-de-galo, a estabelecerem comunicação com almas penadas vindas do além.

 

Manuel Ribeiro, Economista, in Notícias Magazine (JN, edição impressa de domingo, 23 de Abril de 2006)"



publicado por maldita às 16:54
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

Providência cautelar

 

Finalmente repararam!!!!!! E o que andam os outros sindicatos a fazer????

Passo a transcrever partes de uma notícia que saiu no Público de 17 de Junho:

Fenprof acusa ME de alterar regras antes das negociações

.....

Em causa está a aprovação, a 7 deste mês, de um despacho que define os critérios que devem ser utilizados pelas escolas na organização e distribuição do serviço docente, tal como fora feito em Agosto de 2005, o que já causara então muita polémica.

.....

A Fenprof entende [...] que o documento "antecipa a aplicação de um conjunto de normas que, em Setembro, deveriam estar em aberto em sede de negociação da revisão do ECD." "Alguns dos pontos do despacho têm, até, uma redacção igual ou semelhante à que o ME propõe para negociação".

....

Por considerar que as regras definidas, "feitas por um despacho que altera normas de um decreto-lei e à margem de qualquer negociação", "são ilegais e confirmam a forma prepotente e autocrática como a catual equipa ministerial vem exercendo o seu mandato", a Fenprof exige a suspensão do despacho. Caso contrário, admite apresentar nova queixa na Organização Internacional do Trabalho e interpor uma providência cautelar que possa levar à suspensão do mandato.

 

Impressionante a má fé e a assumpção de impunidade com que este Ministério actua. E será possível negociar com gentinha desta????

Ana Cristina



publicado por maldita às 16:36
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

Qualquer semelhança com a realidade...


QUALQUER SEMELHANÇA COM A REALIDADE É PURA COINCIDENCIA ....

(Isto passa-se na selva... qualquer comparação com a realidade é ou deverá
ser pura ficção)



Todos os dias, a formiga chegava cedo à oficina e desatava a trabalhar.
Produzia e era feliz. O gerente, o leão, estranhou que a formiga trabalhasse sem supervisão. Se ela produzia tanto sem supervisão, melhor seria ser supervisionada? E contratou uma barata, que tinha muita experiência como supervisora e fazia belíssimos relatórios.


A primeira preocupação da barata foi a de estabelecer um horário para entrada e saída da formiga. De seguida, a barata precisou de uma secretária para a ajudar a preparar os
relatórios e contratou uma aranha que além do mais, organizava os arquivos e controlava as ligações telefónicas.


O leão ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com índices de produção e análise de tendências, que eram mostrados em reuniões específicas para o efeito. Foi então que a barata comprou um computador e uma impressora laser e admitiu a mosca para gerir o departamento de informática.


A  formiga de produtiva e feliz, passou a lamentar-se com todo aquele universo de papéis e reuniões que lhe consumiam o tempo!


O leão concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga operária, trabalhava.O cargo foi dado a uma cigarra, cuja primeira medida foi comprar uma carpete e uma cadeira ortopédica para o seu gabinete. A nova gestora, a cigarra, precisou ainda de computador e de uma assistente que trouxe do seu anterior emprego) para ajudá-la na preparação de um plano estratégico de optimização do trabalho e no controlo do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se mostrava mais enfadada.

Foi nessa altura que a cigarra, convenceu o gerente, o leão, da necessidade de fazer um estudo climático do ambiente. Ao considerar as disponibilidades, o leão deu-se conta de que a Unidade em que a formiga trabalhava já não rendia como antes; e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que  fizesse um diagnóstico e sugerisse soluções. A coruja permaneceu três meses nos escritórios e fez um extenso relatório, em vários volumes que concluía : "Há muita gente nesta empresa".

 

O leão despediu a formiga, porque "andava muito desmotivada e aborrecida".





publicado por maldita às 11:02
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

Domingo, 18 de Junho de 2006
"Postal Ilustrado"

Amigo Pacheco

 

Já não se pode com o Algarve e por sugestão de uns amigos vim passar a “ponte” do Santo António aqui no Lumiar na escola EB1 S. Gonçalo. Simplesmente maravilhoso, simplesmente selvagem.

 

Ficámos muito bem instalados numa sala de aulas. Austera, mas confortável. Uma lição de vida. Logo de madrugada fomos acordados pelo alegre chilrear das crianças saltando para dentro do nosso quarto pelas janelas, enquanto outros miúdos nos serviam o pequeno almoço cuspindo para o chão restos de pastilha, cascas de laranja e caroços de nêspera. Frugal, mas isto não é o Meridien, não é? E temos de nos lembrar que estamos numa zona desfavorecida, pelo que aquilo que nos oferecem pode ser pouco, mas é de boa vontade.

 

Passámos um dia fantástico. Aqui no Lumiar é como se estivéssemos nos trópicos. A população é multiétnica, ou não estivéssemos naquele mundo que o português criou, e como os professores disseram que é perigoso sair à rua sem ser acompanhado, ainda mais nos sentimos como no Rio. Passámos o dia dentro da escola, mas divertimo-nos imenso participando no dia-a-dia dos habitantes e estudando os seus costumes. A população divide-se em professores, alunos e pais, e para um curioso de etnografia foi fascinante observar os códigos secretos da sua sociedade ainda não contaminada pela nossa “civilização”. A função social dos professores, segundo nos disseram, tinha sido antigamente a de ensinar os mais novos e iniciá-los em saberes arcaicos como a matemática e línguas mortas como o português. Isto caiu em desuso, e a função dos professores hoje é unicamente ritual. Os alunos são a casta mais baixa, mas podem ascender na hierarquia provando o seu valor pelo número de professores que conseguem domesticar. Os pais são a casta superior, e é-lhes permitido insultar, ameaçar, e até agredir os professores, em cerimónias rituais cheias de alegria e vivacidade. Em certos casos chegam a utilizar armas brancas, mas isso não vi. Disseram-me que tive azar.

 

Os professores escolhidos para o sacrifício são depois entregues para o resto da vida a uma espécie de feiticeiros a quem chamam psicóçogos ou psiquiatras que lhes dão baixa e os transformam em “zombies”. Fiquei finalmente a perceber porque é que há tantos mortos-vivos no meu Ministério.

 

Simplesmente fantástico.

 

Maria de Lurdes Rodrigues

(in Inimigo Público, suplemento do jornal Público, 16 de Junho de 2006)



publicado por maldita às 22:42
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

Quinta-feira, 15 de Junho de 2006
Realmente, a Ministra não sabe nadar...

 

 

Preocupada com o assunto, para estar informada, fui ler o estatuto que me chegou via e-mail, fui a um debate organizado na escola por uma colega, e verifiquei que de facto "A ministra não sabe nadar".

Ao contar à minha avó, que já está com 90 anos de idade, ao meu marido, aos meus amigos que não são professores, mas vivem neste país, algumas das mudanças que aí estão para vir, ficaram de boca aberta, incrédulos com o que lhes disse. O que mais acho impressionante é a ideia adulterada e transmitida através dos nossos média da imagem dos professores e o desconhecimento o que a população em geral sobre a proposta para os estatutos da carreira docente que não é nem uma ponta de um iceberg.

A reportagem que fizeram no telejornal sobre a greve de quarta feira passada deu de facto a noção, para quem leu entrelinhas, de ser um assunto que não interessava desenvolver nem sequer dar muita informação sobre o mesmo, por isso é certo que a manifestação foi grandiosa e mostrou que os professores, independentemente dos sindicatos, estão realmente unidos e revoltados com a maneira como estão a ser tratados.

 

 Maria Inês

Já agora, também fiz greve e não fui para o Algarve...



publicado por maldita às 20:42
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

for the times they are a-changin', como cantou Bob Dylan

Por muito que a ministra da Educação diga que a agenda dos sindicatos dos professores é política, por muito que a greve seja marcada para a véspera de um feriado, Maria de Lurdes Rodrigues não pode ignorar que a classe docente está descontente.

 

 

 

E tanto mais descontente quanto mais se trate de professores empenhados na sua profissão. Estar a dizer que são greves partidárias é querer tapar o sol com uma peneira.

A greve foi um êxito não porque tenha sido decretada na sede do PCP ou do PSD mas porque a maioria dos professores se sente maltratada pela ministra.

E se já aqui expressei apoio a algumas das ideias educativas do Governo, também é justo dizer que a ministra tem, por vezes, transmitido mensagens contraditórias.

Por exemplo: como é que eu compreendo que a ministra defenda uma cultura de exigência, começando nos professores, como nunca se esquece de dizer, e depois defenda que não deve haver reprovações? E por um lado diz que os professores são fundamentais, mas por outro ainda está para nascer o dia em que Maria de Lurdes faça uma declaração que se preocupe em dar uma imagem de dignificação dos professores?

Convém o Governo e Maria de Lurdes Rodrigues não se deixarem cair em equívocos: por boas, más ou péssimas razões, esta greve está muito para além dos sindicatos ou dos partidos.

Manuel Queiroz, Subdirector

 

 

 

In Correio da Manhã, 15 de Junho de 2006 (edição Digital)

 

 

 



publicado por maldita às 08:46
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

Quarta-feira, 14 de Junho de 2006
Fiz greve e não fui para o Algarve...

 

Fiz greve. Fui à escola. A minha colega Inês também, tal como o meu colega António e a Ana Fernandes e a Emília e.....  A minha colega Ana Paula deixou a filha em Viseu e veio para a manifestação. Voltou para casa à noite. Em Viseu o dia 13 não é feriado.

Não fui para o Algarve, não vou fazer ponte e na quarta-feira, quando Portugal jogar contra o México, a minha escola não vai fechar para podermos ver o jogo. Até porque vamos estar em reuniões de avaliação...

Hoje, pela primeira vez em muito tempo, senti que fazia parte duma CLASSE. E parece-me que a Ministra percebeu isso. E é uma classe perigosa pois não se sente presa nem a compromissos sindicais nem a simpatias políticas, porque é profissional, porque trabalha muito e é exigente consigo e com os alunos, porque não admite que lhe tirem a dignidade e porque mostrou que não tem MEDO.

Por tudo isto, hoje sinto-me bem e amanhã vou andar com a cabeça um pouquinho mais erguida...

Ana Cristina Mendes da Silva

Nota para os menos esclarecidos: quando eu quiser tirar um dia de férias, tenho ao meu dispor um artigo que me permite fazê-lo sem "oferecer" ao ministério e ao País o ordenado desse mesmo dia.

E para "os do 10º12" : TENHAM UMAS GRANDES E ÓPTIMAS FÉRIAS!!!!!!



publicado por maldita às 23:07
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

Terça-feira, 13 de Junho de 2006
A sua opinião conta. Envie os seus Post para:

Depois de lidos serão publicados.



publicado por maldita às 23:15
link do post | adicionar aos favoritos
|

Greve

Não sou sindicalizada, não me reconheço em nenhum sindicato da educação, vou entregar trabalhos e receber as auto-avaliações de uma turma na quarta-feira, vou acabar de ver trabalhos e dar as notas no feriado, vou dar aulas na sexta feira e vou fazer GREVE.

Porque ainda tenho o direito à indignação!

Ana Cristina Mendes da Silva

 



publicado por maldita às 20:18
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

A Ministra Não Sabe Nadar Yo
pesquisar neste blog
 
Junho 2006
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3

4
5
6
7
8
9

16
17

19
21
22
23
24

25
26
27
28
29


posts recentes

A agenda da D. Milú

E não devíamos pô-lo em t...

Providência cautelar

Qualquer semelhança com a...

"Postal Ilustrado"

Realmente, a Ministra não...

for the times they are a-...

Fiz greve e não fui para ...

A sua opinião conta. Envi...

Greve

arquivos

Junho 2006

participar

participe neste blog

Fazer olhinhos
blogs SAPO
subscrever feeds